22 de julho de 2020

Informe-se sobre o Grupo Adolescentes em Contato virtual!


Novidades!!! 

Em Agosto inicia a nova turma do grupo Adolescentes em Contato!  

Totalmente adaptado ao formato online 

O nosso grupo de jovens se atualizou, agora convida o seu filho para sua versão online. Olhe que interessante, agora ele pode ligar o computador ou celular e já está no grupo.  Não deixe que ele perca esta oportunidade de se reorganizar e se sentir melhor! 

Além de poder entender o que está acontecendo neste período tão tumultuado da vida dele, o grupo ajuda a diminuir as confusões quanto ao que ele deseja, suas escolhas e novos passos. Um bom apoio para que ele possa aprender a lidar melhor com as dificuldades, algo fundamental para alguns que se perderam bastante com as mudanças vindas com a Pandemia.

Veja que interessante, a terapia de grupo no formato online para jovens traz novidades, uma destas novidades são os exercícios terapêuticos a partir de arte terapia digital! Algo que pode ajuda-los bastante a se motivar. 

A ideia é ampliar o conhecimento pessoal, trocando experiencias com outros jovens e se desenvolver no que estiver precisando e desejar, para isso usando bastantes ferramentas digitais, além de técnicas tradicionais de arte terapia e experimentos Gestálticos diversos. 

O ajude a sair da sua zona de conforto e entrar conosco nesta jornada, pode valer muito a pena! Eu e a Maria Ester estaremos no apoio para o que ele precisar.  


Informações: 

Inicio: 21 de Agosto de 2020 

Com: Claudia Guglieri - Psisicóloga Maria Ester Vieira - Arte-terapeuta 

Encontros semanais  – toda  sexta-feira, das 14:30 as 16:00. 
Local: sala virtual
Investimento
Valor mensal que inclui um encontro por semana
R$ 400,00 mês e  R$ 280,00 mês (para alunos de escola pública).

Inscrições e mais informações em: 
(51) 996757180 com Claudia Guglieri e (51) 999638932  com Maria Estes
Telefone e  WhatsApp 

22 de junho de 2020

Como realmente ajudar a minha filha adolescente?


Olá queridos e queridas que me acomanham! Quanto tempo não? Pois é, estou retomando o Blog. Estive escrevendo muito no Instagram, mas sinto falta de explicar melhor e para isso preciso de mais linhas kkkk   Me acompanhem e se precisarem de um resumo, encontrem lá. 

Para voltar, estou respondendo a pergunta de uma mãe muito atenta a sua filha e com muita vontade de ajudar. Vamos lá...


Como realmente ajudar a minha filha adolescente?


Gostei desta pergunta, vou tentar ser sucinta. Partimos da clareza de que ela está buscando reconhecer a sua identidade, em um universo convidativo, fascinante e ao mesmo tempo preocupante.  Saiba que este seu apoio precisa ser como uma dança, que ora vai dar espaço e permissão e ora vai dar limite - com muito afeto e algumas justificativas, para não soar como intromissão. E que só vai funcionar se você for aberta o suficiente para que sua filha também seja, no contrario ela vai se fechar e pode não compartilhar nada com você. 

A baixo você tem um resumo dos temas  mais comuns que tenho vivenciado no consultório com os jovens e com seus pais. Acredite estão já foram muito estudados. Veja o que é possível para vocês, pois a postura dos pais é fundamental neste momento da vida da sua filha. 

Ai vai...

Busque recordar da sua adolescência e lembrar da gama de confusões, dificuldades e o quanto você ansiava por desfrutar. Depois pense no que a sua filha pode estar enfrentando, muitas vezes calada.  Lembre-se do que esperava dos seus pais e o que era importante para você. Pode ser bem diferente do que é para ela, mas isso pode lhe ajudar a se abrir para acompanhá-la com mais paciência.

Tente abrir-se para as suas perguntas, indagações e questionamentos sobre a família, seu mundo e tudo...Ele não está lhe avaliando, está tentando definir o que será para ela. Quais as suas próprias convicções e crenças. Isso pode ser difícil para você, pois podem estar se apresentando diferenças aí. Tente respeitá-las, mesmo que estas pareçam inocentes e imaturas, lembre-se ela está construindo o que é dela de fato,  e é assim que crescemos, aprendemos e nos encontramos. Você vai ajudar muito  não desvalorizando o movimento dela.

Mostre a sua versão verdadeira...se possível, compartilhe um pouco das suas fragilidades também, das dúvidas que já enfrentou, algum medo etc...Você não precisa ser uma heroína, nem um modelo de perfeição. Isso atrapalha, pois ela pode achar que também deverá ser. Deixe-se ser como é, em seu todo para que ela possa ser também, fica bem mais fácil para ela se não ter que ser o máximo.

Releve, virão críticas a coisas passadas, especialmente a posturas mais rígidas, faltas e até abandonos. Tente escuta-las com o possível de isenção. Ela agora vai revisitar a infância e trazer o que ficou "pendurado". As vezes, muitas das posturas que eles tomam são para superar marcas que ficaram registradas como ruins na história. Na terapia elas aparecem muito e podem ser ressignificadas, para que o jovem possa ir adiante e se tornar independente. 

Veja o que dá para tolerar de posturas e formas diferentes em seus comportamentos. Lembre-se que os temas agora são: quem eu sou? De que jeito sou? Como me mostro e como recebo o que é do outro... Entenda que ela está mastigando, processando e engolindo o que serve e cuspindo o que não serve e isso será super bom para a vida adulta dela. Mas, eu sei, acaba sobrando para os pais ajudar a equilibrar tudo isso.

É, não posso me estender muito! Sei das dificuldades da minha proposta, mas veja o que dá para fazer... e se precisar peça ajuda que estou aqui!  

24 de março de 2020

Como lidar com o medo em tempos de crise - Fundação Elizabeth Kubler-Ross


Compartilho com vocês a transcrição de uma live, que a Fundação Elizabeth Kubler-Ross realizou com o intuito de ajudar a todos nós nestes dias de crise. Quem transcreveu foi a colega Psicóloga e Gestalt-terapeuta, Fernanda Zanette de Oliveira. Uma querida amiga de Criciúma – SC.


Vale a pena dedicar um tempinho a esta leitura, destaquei alguns trechos.


Aproveitem!! #todosemcasamasjuntos


Como lidar com o medo em tempos de crise


Precisamos compreender que na natureza tudo segue um movimento de contração e expansão. Basta pensarmos no próprio movimento do nascimento, o parto (contrair e expandir do útero), o movimento dos mares, o movimento da natureza...

Quando nos deparamos com uma situação de doença, também nos aproximamos deste movimento. Hora nos recolhemos, hora expandimos. É importante fazermos este movimento para irmos ganhando força, frente a estas situações.

Em momentos de crise, este movimento também se mostra. 
Podemos entender que a contração neste momento que estamos vivenciando, diz respeito a entrar em contato com o nosso íntimo, nosso interior, momentos de maior introspecção e contato conosco. Já o movimento de expansão é quando continuamos a planejar coisas, novas atividades, projetos numa perspectiva possível de futuro. 

O problema é quando ficamos conectados apenas com um desses modos de lidar com o mundo (pólos). 

Alguns níveis de stress e medo fazem parte da nossa experiência. É importante acolhermos e validarmos esses sentimentos.

Sobre a situação atual da pandemia do Coronavírus– COVID 19, não é bom ficarmos o tempo todo falando nisso. Obviamente, a situação não pode ser ignorada ou minimizada, porém é importante que possamos nos autorizar a também ficar bem em tempo de dificuldade. Fazer coisas que nos fazem bem, buscar um pouco de descontração. 

Transpondo para nosso momento uma das práticas utilizadas no tratamento de pacientes em cuidados paliativos, é importante que mesmo frente a uma situação de adoecimento ou crise, que algumas coisas de suas vidas consigam seguir de forma normal. Para isso, a importância de se manter uma certa rotina. Fazer uma rotina, organiza a nossa experiência. Ajuda a estabelecer um sentido de normalidade. Oferece uma sensação de que “Há alguma coisa em mim que ainda continua preservada”, mesmo frente a grandes mudanças. 

Algum nível de stress é importante para nos mantermos atentos, alertas. Porém, este stress precisa estar mediado por uma auto-compaixão infinita. 

Neste período de crise, também precisaremos lidar com os mecanismos de defesa dos outros. Quando formos lidar com pessoas que estão em negação, ou racionalizando, por exemplo, não tentar retirar ou confrontar estas defesas. Se confrontarmos essas defesas, elas só se fortalecerão ainda mais. 

Precisamos usar a defesa a favor. Por exemplo, com alguém que negue a situação e minimize o risco atual, vamos ajudando ela a pensar em qual é o melhor cenário possível e aos poucos vamos auxiliando ela a ir se adaptando a uma nova realidade, novas perspectivas mais realistas dentro deste cenário.

Frente a idosos, ou pessoas que estejam enfrentando a grandes aglomerações por conta de seu trabalho, importante usar de uma COMPAIXÃO PROFUNDA! Olhar para esta pessoa e validar seu sofrimento. Mostrar que você está vendo isto. “Nossa! Como esta pessoa pode estar sofrendo! Eu estou vendo isto!”

Portanto, é importante respeitar os mecanismos de defesa. Mecanismos de defesa, não são de todo ruim. São necessários para todos nós em certo nível e todos temos. O problema é quanto sua intensidade, frequência e rigidez. Ou, quando ficamos fixados somente em único mecanismo e temos dificuldade em alternar.

Um outro ponto importante quando trabalhamos com situações extremas é cultivamos nossa habilidade de manter a esperançaEsta esperança pode ser cultivada em doses diárias. “HOJE VOU TER A ESPERANÇA DE QUE?” 
É importante que tenhamos pelo menos uma esperança por dia. Ao acordar, pensar “Qual a minha esperança para hoje?” Esta esperança precisa estar não somente a algo de fora para dentro, mas de dentro para fora. Ou seja, coisas que eu posso fazer por mim naquele dia, não somente esperar dos outros ou do mundo. Esperanças pequenas e palpáveis. Se conseguir concretizar alguma por dia, como “hoje vou preparar um bolo”, ao fim de 7 dias terei 7 pequenas esperanças. 

Também é importante não nos frustrarmos se não conseguirmos realizar todos os nossos planos neste período. Se estamos tentando, estamos vivos!

Sobre a gratidão, ela pode também estar presente neste momento. Olhar para o teto pode ser o primeiro exercício de gratidão. Ajuda a nos conectarmos a uma alegria íntima de ainda estarmos aqui. 

Neste contexto, vale estarmos envoltos de uma preocupação amorosa pelos seres humanos.

Em momentos difíceis, olhar para o teto e sentir gratidão “eu ainda estou aqui. Então eu ainda tenho algo para fazer nesta vida.”

Outro ponto importante é “estar em contato conosco mesmos” (Traduzindo pra GT – awareness).  Ou seja, estar atento ao próprio corpo. A alma se expressa pelo nosso corpo.  O corpo é a casa da alma. Precisamos cuidar desta casa. Oferecer ao corpo repouso, movimento, alimento, àgua, ar, higiente... conforme suas necessidades. 

Um corpo que não recebe cuidado é mais suscetível ao stress. É importante que o corpo seja lugar de cuidado. Assim como é importante você se responsabilizar pelos cuidados do seu próprio corpo. Se você não consegue se responsabilizar por si, não conseguirá se responsabilizar pelos outros. 

Outro ponto importante, manter um sentido de espiritualidade.  Cuidar da nossa alma. Se conectar com aquilo que é sagrado para nós. “O que é sagrado para você?” Estabelecer tempos de silêncio e de oração. E cultivar momentos de conexão espiritual, que pode se dar através da arte, da música, jardinagem, contemplação da natureza... aquilo que faz mais sentido para cada um. 

Portanto, nosso trabalho diz respeito a auxiliar as pessoas a fazer o caminho de contração e expansão. 

Importante também que a gente não perca a capacidade de brincar com a vida. Sobre este ponto, é sugerida a leitura do livro – Em busca de sentido, de Viktor Frankl. Dentre outros pontos relevantes no que se refere ao sentido de sobrevivência frente a situações extremas, o autor menciona algo relacionado à importância de sabermos manejar as variáveis da vida. 

Ainda sobre stress, sabendo que em certo nível ele é importante para a vida, é fundamental termos alguns momentos em que possamos baixar um pouco este estado de vigilância. Em casa, por exemplo, podemos alternar esta responsabilidade com outras pessoas “hoje eu fico mais atento, amanhã você fica”. Dividir a carga de stress. 

Para quem vive sozinho, não esqueça de ser sua melhor companhia, seja você seu melhor amigo. E caso precise de auxílio, existem alguns canais de comunicação e apoio disponíveis para a população neste momento (atendimentos por telefone ou virtual). 

Temos em nós todos os recursos necessários para enfrentar esta situação! Nós damos conta!


28 de fevereiro de 2020

Em Abril - Grupo Adolescentes em Contato


Um grupo que convidará o seu filho a sair das suas interrupções para que possa se desenvolver. Montado com muito cuidado, para que seja um espaço leve e criativo, porem profundo e com muito suporte para que cada jovem possa ir trazendo e trabalhando suas dificuldades e dilemas.

A ideia é que seu filho adolescente possa ir se reencontrando – em seu emaranhado de confusões e conflitos - por estar saindo da infância sem ainda se entender direito como adolescente e toda a gama de novidade deste momento. Mudanças corporais e tudo que vem com isto trazendo um universo de novidades e temores; novas percepções e entendimentos das pessoas, da sociedade e mundo e todo os questionamentos associados a este novo olhar, que nem sempre é o mesmo da família; as pressões e resistências ao novo status adolescente e suas responsabilidades, escolhas; a confusão quanto ao desejo de liberdade e autonomia e ao mesmo tempo o medo e até pânico disso.

Estamos convidando o seu filho para que ele, junto conosco e com um grupo de outros com os dilemas semelhantes, reorganize o seu quebra-cabeças existencial! Consiga olhar para o que veio da infância e não serve mais, revise como está neste momento e possa se reorganizar em seu novo momento de vida, dando um especial significado aos seus novos tons de ser, a sua riqueza, o seu colorido único. Quando isso acontece o resultado são jovens confiantes em si e capazes no mundo.



Inicio: 24/04/2020  

Claudia Guglieri - Psisicóloga Maria Ester Vieira - Arte-terapeuta em formação.

Encontros quinzenais –  Sexta-feira, das 14:30 as 16:30. 
Sempre na segunda e na quarta sexta-feira do mês
Local:  Rua Felipe Neri 447/503 – Auxiliadora PoA
Investimento
Valor mensal incluindo dois encontros ao mês.
R$ 400,00 e  R$ 280,00 (para alunos de escola pública).

Inscrições e mais informações em: 
(51) 996757180 com Claudia Guglieri e (51) 999638932  com Maria Estes
Telefone e  WhatsApp

26 de fevereiro de 2020

Novos tempos, novas linguagens


Pois bem, tudo está mudando muito rápido e eu aqui vou acompanhando algumas destas mudanças. Hoje estou inaugurando uma nova fase, a do vídeo. É... quem diria? Ensaiando e me testando nesta forma de me comunicar com você e, quem sabe, plantando as minhas sementinhas do bem.


Espero que goste! E peço os devidos descontos para a iniciante!!! Seja gentil com o meu processo de aprendizagem kkk

O vídeo está no meu Instagram profissional: claudiapsicologa.gestalt e na minha página profissional do Facebook: claudiapsicologa.gestalt

Aprecie sem moderação, curta e me acompanhe se achar que vale! Estarei tentando falar de uma forma leve, fácil, mas com toda a propriedade que venho desenvolvendo. 

Abraço! 




Muita gente ainda não sabe para quem a terapia é indicada. Vamos ver algumas situações? 

A terapia é indicada para quem perdeu o seu sentido, não tem tão claro quem é hoje, para quem não reconhece suas vontades e necessidades, para quem se paralisa diante de medos, se interrompe em seus desejos e nas suas satisfações...

Veja alguns exemplos: 
Muitas vezes nós temos medo de mexer na nossa vida, pois acreditamos já ter conseguido muito, mas mesmo assim não estamos satisfeitos. 
Outras vezes temos medo de não saber o que fazer e seguir de um jeito ruim sempre. 

Ou temos medo de desagradar a aqueles que são próximos, de deixar de ser amada, respeitada, admirada... 
Terapia é indica nestas e outras inúmeras situações.


Se identificou? Então sim, a terapia pode ajudar você.