19 de novembro de 2013

Sem medo de amar

Será que está faltando amor por aí? Será que a correria do dia a dia e a avalanche da era da imagem e do descartável, não estão nos deixando amar? Ou será que desacostumados a nos deixar afetar e até envergonhados por isso, não estamos nos permitindo simplesmente amar. Amar sem o drama do romantismo, sem  ter que ser salvo de nada ou, menos ainda, ter que ser descoberto por um super alguém encantado.  Falo de amar  e só isso. A nós mesmos, por mais piegas que possa parecer, as pessoas que convivemos e, acima de tudo, a vida que está aí ao nosso dispor!

Sabe como é? Não?

Então leia o conto abaixo e reflita. Foi um querido paciente de 17 anos quem me enviou.


Um jovem que foi visitar um sábio conselheiro e lhe falou sobre as dúvidas que tinha a respeito de seus sentimentos por uma bela moça.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma coisa: “Ame-a”.
E logo calou-se.
O rapaz, insatisfeito, acrescentou: “Mas ainda tenho dúvidas…”
Novamente, o sábio lhe disse: “Ame-a”.
E diante do desconcerto do jovem, depois de um breve silêncio, continuou:
Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um exercício de jardinagem. Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim. Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda. Simplesmente: Ame! A vida sem AMOR… não tem sentido.

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