25 de novembro de 2013

O lugar do dinheiro nas escolhas


Ontem recebi um e-mail de uma querida de 16 anos que está em duvida a respeito da escolha de um curso que gosta muito, mas que ouviu dizer que não é tão bem remunerado como outros. Eu respondi e a convidei para conversarmos um pouco mais sobre sua escolha profissional. Disse que juntas podemos observar o que se pode fazer de criativo nestas situações, levando em conta as suas particularidades.

Diante disso pensei nas escolhas tão prematuras dos jovens e da atual realidade econômica em que vivemos. Muitas reflexões me vem, especialmente  quando a questão é o balanço desejo e necessidade quanto a escolha profissional.

Tenho muito respeito as necessidades de cada um. Sei que as pessoas organizam suas crenças, a respeito do lugar do dinheiro em suas vidas, movidas por inúmeras experiências, interferências de vida e influencias diversas, que eu nem poderia listar.  Falo daqueles que passaram por momentos de privações, dos que ainda tem faltas, daqueles que construíram seus sonhos respaldados em alicerces um tanto “caros”, daqueles que se valorizam em suas bases...

Eu e nós todos de alguma forma não tão explicita passamos por isso, mas sempre podemos questionar e reavaliar o que é realmente importante, em seu devido tempo e lugar.

Pense nisso! E dentro do possível adeque a sua vida.



 “Melhor ter uma vida curta que está cheia do que você curte fazer do que uma vida longa gasta de um jeito miserável. E, no fim das contas, se você realmente gosta do que faz, não importa o que seja, você poderá eventualmente se tornar um mestre daquilo. A única maneira de se tornar um mestre em algo é você estar realmente naquilo.
Alan Watts, em “What If Money Was No Object?

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