7 de junho de 2013

A todos nós, seres comuns.


Até que o sol não a rejeite, eu não a rejeito também. Até que as águas se recusem a brilhar para você e as folhas a sussurram-lhe, minhas palavras não recusam a brilhar e sussurrar para você.

A Uma Prostituta Comum –  Whitman


Assim, na liberdade de espirito nós compreendemos que, quer amemos a vida, quer a detestemos, quer estejamos cheios de compaixão ou de ódio, beleza ou horror, sabedoria ou ignorância – cada um e todos estes opostos são tão aceitáveis como o dia e a noite, a bonança e a tempestade, o despertar e o sono.

Na tristeza o homem sente-se livre para chorar; na dor, para gritar; na ira, para matar; no tédio, para se embriagar; e na intolerância para perder tempo.

Quem somos nós para julgar. Aí está se expressando um sentimento de liberdade que envolve alguma necessidade, que, por muitas razões, a nossa superficialidade desconhece.
  
Bom fim de semana!

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