30 de maio de 2012

Em Mulherada.com...

... Carla ... nos dá uma lição: Difícil é a pessoa olhar no espelho e ver realmente que consegue, que tem força, que tem o que pra toda luta é necessário, raiva, pois não se enfrenta um tigre sem estar com o espírito de “matar ou morrer”...

24 de maio de 2012

Em Mulherada.com...

... Maria Cléo Machado nos traz um pouquinho da história do Fecho Éclair, essa peça centenária que revolucionou a indústria da moda.

22 de maio de 2012

Criatividade e ampliação de fronteiras

A Criatividade tem um papel muito importante no processo de crescimento, especialmente, por ser uma das fontes de estímulo a ampliação de fronteiras – as inúmeras possibilidades de entrarmos em contato com o mundo.

“Criatividade é a celebração da nossa própria grandeza, uma celebração da vida – minha celebração da vida!”. Esta frase é de Joseph C. Zinker um Gestalt-terapeuta que tem sido reconhecido por idéias inovadoras e especialmente por considerar a criatividade um atributo básico a nossa essência como seres humanos. Referencia fundamental na ênfase ao aspecto criativo em terapia.

Fico feliz aqui em poder estar com tanta cor, com tantos perfis diferentes, tanta abertura a possibilidades... E mais ainda em postar esta obra que inspirou um trabalho abstrato, do meu filho e seus coleguinhas, para a feira de arte da escolinha. Este eu mostro nas próximas, pois vou ver no dia da feira!


Leia mais:
Neste texto, de Patricia Albuquerque Lima,  se pode entender um pouco mais sobre a questão da ampliação de fronteiras relacionada a criatividade. Ela parte do conceito de regulação organísmica e aponta para o papel da criatividade, tão importante na superação de bloqueios e dificuldades.  


A criatividade na Teoria Organísmica de Kurt Goldstein
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?lng=pt


  No livro de Kurt Goldstein, o autor tratou da auto–regulação como uma das características fundamentais do funcionamento de qualquer organismo. Goldstein definia a auto–regulação organísmica como uma forma do organismo interagir com o mundo, segundo a qual o organismo pode se atualizar, respeitando a sua natureza do melhor modo possível. Segundo as palavras do próprio Goldstein (1995, p. 162): “Esta tendência a atualizar sua natureza e a si mesmo é o impulso básico, o único impulso pela qual a vida do organismo é determinada”.1...
  Kurt Goldstein percebeu que, quando uma pessoa é confrontada a realizar algo que se considera sem condições de fazer, isto gera uma experiência de grande ansiedade. Os comportamentos desordenados resultantes são comportamentos desarmônicos, tanto do ponto de vista do organismo, quanto do meio ambiente. Isto faz com que a pessoa evite, de todos os modos possíveis, se expor às situações que lhe gerem ansiedade. Na observação de seus pacientes, notou uma tendência em buscar comportamentos padronizados de ordem e em evitar experiências que pudessem gerar qualquer sensação de vazio, de desordem.
  A Gestalt–terapia compartilha com a teoria organísmica de Kurt Goldstein da idéia de que tentativa de repetição de padrões de comportamentos já conhecidos, a não mudança e não exposição a situações novas é uma tentativa dos indivíduos de não lidar com a ansiedade gerada pelo inesperado. Quando há uma cristalização deste padrão, a Gestalt–terapia vai entendê–la como um padrão neurótico de comportamento, padrão este que vai levando ao empobrecimento das experiências do sujeito, a um repertório repetitivo e limitado de comportamentos que não propiciam a mudança. 


Estar em contato é criar, gera movimento e novidades a cada instante. Esta possibilidade vai sendo perdida, em graus de restrição que variam de pessoa a pessoa, no que consideraríamos como um comportamento neurótico. O contato da pessoa consigo própria e com os elementos do meio (outras pessoas, ambiente físico e social, etc) possibilita a ampliação de fronteiras.

No Mulherada.com...

... a dica da Ana Paula Batista, para este fim de semana, é de dança e música. Quem gosta de Michael Jackson deve espiar.

18 de maio de 2012

Jogos de Guerra


















Achei este texto bem interessante para nos ajudar a entender um pouco mais do atual aumento da violência entre meninos nas escolas. É claro que este fenômeno pode ter muitas razões e que o sua compreensão só terá sentido a luz da observação do seu contexto. Mas o fato é que os jogos estão entre as mais comuns motivações observadas independente da cultura e clima do local de observação.

Eu, particularmente,  noto que existem muitos motivos para que haja um aumento da violência na infância e poderíamos aqui estarmos discutindo muitos deles. Um dos mais comuns apresentados nas crianças de hoje é muito sutil. Esta relacionado a sensação de abando e a um tipo de reação. Este normalmente ocasionado pela  postura de falta de limites com os filhos que, ao contrário, do seu efeito podem  tudo. Algo como a falta de limite, tudo é permitido = descuido,  gerando a sensação de abandono e por conseqüência violência ou depressão.  

De qualquer forma, o uso inadequado dos jogos eletrônicos tem se mostrado bastante responsável pelo estimulo de uma agressividade desmedida e inadequada. Vale uma boa olhada, especialmente pelos pais que tem filhos em idade de jogos.  

E, que me desculpem os meus clientes adolescentes adoradores dos jogos: eles não são para todos e devem ser – ai vem a terrível frase para vocês – dosados pelos pais.

"No Brasil, os videogames estao presentes a mais de 30 anos e atualmente sendo hoje, com gráficos ultra-realistas, fontes de um poderoso e lucrativo comércio cada vez mais voltado, em teoria, para os adultos. Dentre os jogos mais procurados estão os de tiros, lutas e estratégias de guerra. (GIL, 2005). Muito embora de tais jogos serem voltados para uma faixa etária acima dos 18 anos, sua utilização não se restringe a eles dado que cada vez mais adolescentes tem acesso a games como GTA, no qual jogador encarna o membro de uma gangue, ou Counter Strike (CS, como é conhecido) onde a maioria dos jogadores prefere atuar como o terrorista em vez do policial. O debate que estamos vendo é muito semelhante ao que ocorre há anos em relação à televisão, visto que os de modo geral - TV, videogame e computador - constantemente são colocados como vilões e incentivadores da violência.

Para a psicóloga Simone Barros Ceregatti, coordenadora do grupo de estudo da Sociedade Antroposófica do Brasil, os jogos eletrônicos têm mais poder que a televisão de influenciar um comportamento violento na criança e no adolescente. A especialista explica que na TV, o telespectador apenas recebe as informações, enquanto que no videogame ele participa das atividades, que podem ser inocentes como uma corrida de carros, Need for Speed, ou violentas como assassinatos nos jogos Counter Strike, Resident Evil, God of War, por exemplo. (ATLASPSICO, 2009). No entanto, a influência exercida pelo uso de jogos violentos é uma temática polêmica e com opiniões não conclusivas e ainda controversas (COSTA, 2009). Uma pesquisa realizada em 2005 pelo laboratório de Estudos de Jogos Eletrônicos do Mundo localizado na Dinamarca, revelou que uma parcela significativa dos jovens jogadores de classe média encarna papéis de “fora-da-lei” no ambiente virtual, um desejo sem precedentes. (VICÁRIA, 2005).

Dessa maneira, é crucial estar em alerta para que esse desejo não ultrapasse o mundo virtual, visto que a identidade fictícia pode, mesmo que em casos raros, em algum momento se confundir com a realidade. Segundo Gonzalo Frasca, doutor em estudos do Video Game pela Universidade de Copenhagen, dentre os jogos mais populares estão os que possuem a estrutura de um RPG, como por exemplo: Lineage II, Ragnarok e Everquest nos quais a possibilidade de escolher cenários e características são os maiores atrativos, visando fazer destes “um espelho da vida real”. Nas mentes mais frágeis, no entanto, pode vir a ocorrer o contrário – a vida real é espelhada nos jogos – repercutindo talvez em características da personalidade. Algumas pesquisadores, tais como Valdemar Setzer, professor do Instituto de Matemática e Estatística da PUC, defendem o afastamento total de crianças e adolescentes dos jogos, que simulam ações de guerra, alegando que tais são irracionais. “[...] Cerca de 95% deles são de ações e reação. O jogador reage sem pensar, como um animal.” (GIL, 2005)

A maioria dos estudiosos, no entanto, discorda de tal inferência ao considerar a fantasia dos jogos como uma maneira de controlar as raivas e as frustrações refletindo a violência no mundo real e acabam por concluir que as pessoas que usam tais jogos possivelmente já eram agressivas por natureza e os escolhiam por causa dessa característica. Para a pedagoga Lynn Alves, autora do livro Game over: Jogos eletrônicos e Violência, nos casos em que os jogadores levam a violência contida nos jogos para a realidade, o desejo de matar já existia tendo no jogo apenas o pretexto, a motivação, para o ato. Jogos violentos podem influenciar o comportamento de alguns adolescentes, mas oferecer para outra parcela deles proporcionar a oportunidade de aprender novas habilidades e participar em redes sociais. É o que indicam os resultados de pesquisas realizadas pela Associação Americana de Psicologia dos EUA, publicadas em uma edição especial do periódico Análise da Psicologia Geral. (OUTERSPACE, 2010).

O psicólogo Márcio Roberto Regis acrescenta que existem diversas variáveis na complexa história de vida do indivíduo que podem gerar comportamentos violentos como, por exemplo, a ausência de uma educação familiar, ausência paterna (que representa a lei), uso de drogas, más influências dos amigos, banalização da violência dentre outros (ATLASPICO, 2009).

Sendo assim, a influência entre jogos eletrônicos violentos e o comportamento dos adolescentes pode ser explicada pela linha mais tênue entre realidade e mundo virtual, devido ao excesso de realismo dos jogos juntamente com predisposição a tais atitudes. “A verdade é que há muitos fatores que podem levar à violência, tais como ser reservado e isolado, então é difícil dizer que (a tendência à violência) ocorre por causa de uma única coisa", conforme David Buckingham, especialista do Instituto de Educação britânico. (CLOVISBATEBOLA, 2009)."

Fonte:
Escrito por Andrea Thaís Xavier R. Hurtado, Larissa de Carvalho Muniz

Tem mais aqui:

http://artigos.psicologado.com/psicoloEscrito por Andrea Thaís Xavier R. Hurtado, Larissa de Carvalho Muniz gia-geral/desenvolvimento-humano/a-influencia-dos-jogos-eletronicos-violentos-nos-adolescentes

15 de maio de 2012

Este eu recomendo, o curso é ministrado por colegas meus de clínica.

Uma ótima ferramenta de compreensão pessoal e das pessoas que convivemos. Para quaisquer dúvidas compareçam à palestra aberta na Livraria Cultura, no dia 19/05/2012.


11 de maio de 2012

"Mamãe, mamãe, mamãe...Eu me lembro o chinelo na mão...

...O avental todo sujo de ovo...
Se eu pudesse, eu queria outra vez, mamãe
Começar tudo, tudo de novo."
Dedico este a todas as mães, que do seu jeito fizeram e fazem o seu melhor!


















 E, dona Catarina, muito obrigada por  teres sido quem tu és e, assim,  ter me dado a oportunidade de eu ser quem sou!

Embalados pelo dia das mães não percam...

... no Palavras da Galera,  o texto que o  Gondryn  escreveu para a sua mãe e no Mulherada.com as super mães, Maria Machado e Zilda, trazendo  o que ficou das suas mães.

8 de maio de 2012

Sonhe!

Para quem tem um sonho, desejo,  vontade, uma causa... e não acredita que possa.



Nós podemos qualquer coisa! Depende de você. SUCESSO!

4 de maio de 2012



“Cada pessoa desenha sua própria vida. A liberdade lhe dá o poder de levar adiante seus desígnios, e o poder lhe dá a liberdade de interferir com os desígnios dos outros.” Eric  Berne


Foto: Pedro Moreira

3 de maio de 2012

Em Mulherada.com...

... conheça Aquele Velho, letra de música de Ana Paula Batista da Silva.
... Carla Fontoura nos fala sobre dietas, academia, "claustrofobia", o livre arbítrio e o tamanho.

2 de maio de 2012

Estimulo à reflexão:























Hoje quero compartilhar com vocês um filme que assisti neste feriado. Primeiro pela grata surpresa e segundo pela temática que me fez pensar nos possíveis e impossíveis das nossas vidas e o quanto nós lamentamos sem avaliar com profundidade.

"Querida voy a comprar cigarrillos y vuelvo" é um filme argentino que passou despercebido, mas muito interessante. Misto de humor, surrealismo e muita filosofia. Conta a história de um homem entre os seus 60 e 70 anos que, ao cruzar com uma espécie de bruxo ou diabo, recebe uma proposta de voltar no tempo a qualquer época da sua vida, por dez anos e com a mentalidade atual. E no termino deste período ele voltaria a situação de partida, mas com um milhão de dólares. Ernesto que, aparentemente, tinha uma vida medíocre e muitas insatisfações aceita e se vai no tempo em busca de reparar situações e tirar vantagens.

O filme é muito bom, tem uma narrativa que acaba nos remetendo a época que gostaria de voltar. Ao fim eu realmente fiquei pensando nisso, mas especialmente se mudaria algumas situações que superficialmente tinha vontade de mudar.

E é ai que está o mais interessante, pois os acontecimentos desta história vão mostrando uma série de insucessos: fatos que não tem reparação, erros e escolhas que se não tivessem sido feitas não levariam a situações piores.

Mas o filme vai ajudando a pensar e num dado momento o próprio autor narra a seguinte frase: "uma cidade é grande, se você é grande. Uma cidade é absolutamente de merda, se você é um merda...". E isso pode traduzir que algumas das escolhas do nosso personagem caíram no erro dele tentar ser o que não era, em mentir para si mesmo, em se distanciar demais das suas verdades, sem reflexão.

A fantasia alimenta a vida, mas não pode nos tornar o que não somos... Criar um personagem de nós mesmos não nos faz sermos de fato e menos ainda nos ajuda a crescermos, sendo o que somos.

Buenas, esta é a minha reflexão abaixo fica a deixa para as suas.

Querida Voy a Comprar Cigarrillos e Vuelvo
Autor: Alberto Laiseca
Diretor: Gastón Duprat, Mariano Cohn