27 de novembro de 2011

Porque hoje é domingo

Acho que de uns tempos pra cá, depois do nenê que não permite mais tanto cinema na telona, se atirar no sofá para ouvir e garimpar músicas tem sido o grande prazer dos domingos a noite.


E na onda da mais pura autenticidade...todo “errado” é válido!

Eu procurava uma música do Macalé, mas achei esta do Jorge Mautner que é fantástica.


24 de novembro de 2011

Ampliando Fronteiras

Com a devida humildade, sugerida pelo jogo do I Ching para 2012, estou aqui apresentando a minha mais nova ousadia.  É, queridos leitores, um espaço com colaboradores e tudo! Bem,  na verdade, só tem colaboradoras, mas, se aparecerem uns candidatos, estou ampliando... Hehehe...

Quem vem me acompanhando sabe que tenho passado por um rico processo de mudanças. Por isso, agora quero compartilhar mais.

Estou feliz em trazer para cá um pouco das minhas ‘ampliações de fronteira’ e tentar propiciar à mais pessoas o mesmo por aqui. Creio que apresentando diferentes visões, assuntos e experiências, estarei convidando vocês a ampliarem os próprios domínios.

As convidadas  que vão estar conosco no MULHERADA.COM  são representantes das nossas diferenças. Cada uma dessas mulheres vê o mundo a partir do seu próprio colorido, ou seja, de suas experiências e vivências pessoais e é exatamente daí que nasceu a idéia da frase da chamada. 

Acredito muito no papel das diferenças como estímulo ao nosso crescimento. Para olharmos o mundo, nos permitindo ‘trocar os óculos’, ou simplesmente nos deixarmos entrar em contato com algo novo, muitas vezes precisamos de algo que nos toque, nos instigue, desperte a curiosidade.

Pois essa é a nossa proposta aqui.

21 de novembro de 2011

Na linha de mudança


Varias vezes eu escrevi aqui que a vida é feita de ciclos e que estes ciclos são feitos de um conjunto de “coisas” que vão saindo do nosso foco para darem espaços a outras. Pois este processo esta muito intenso no meu momento profissional. Eu estou diminuindo alguns interesses para dar lugar a outros e este tem sido o motivo do meu silencio.
Lembrei aquelas mães que dizem que quando uma criança esta muito quietinha é que está aprontando. É eu estou aprontando, estou mudando a forma. Logo este espaço vai ter outra cara e o seu foco modificado, mas enquanto isso não acontece eu vou indo devagar, como quem está recolhido para deixar brotar.

A gente se transforma a partir das experiências que vai vivendo e eu, com a maternidade, passei por um intenso processo de deixar a teoria de lado para viver na pratica. O meu “ouvido” se transformou a minha ação e o meu caminho esta se redirecionando junto com os interesses. Cada vez mais a Gestalt-terapia, em seu aspecto mais fenomenológico, faz sentido e cada vez mais as suas idéias direcionam o meu olhar.

Lembrei da fala da querida Jean Clark dizendo que as idéias nos ajudam a organizar um mapa temporário que nos dão um certo senso de direção naqueles momentos, tão freqüentes e humanos, em que nos sentimos perdidos. Isto sempre me soou muito acalentador para aqueles que já acompanhei na sua linha de mudança. Aquele lugar que se fica quando o velho, do jeito que era, já não serve e o novo ainda não tem cara.

Pois bem que a teoria sirva para mim!